Você trabalha na serraria, na produção ou na caldeira, sente o ruído e o calor no corpo, e o holerite nunca trouxe um centavo de adicional.
Ruído, calor, poeira, agentes químicos, eletricidade ou inflamáveis. Se a sua função tem exposição e o adicional nunca apareceu no holerite, o caminho começa pela prova técnica. Atendimento presencial no Centro de Lages e online para todo o Brasil.
Sou Edson Francisco Ferreira Ronconi, inscrito na OAB/SC 32.136, com 14 anos de atuação em Lages e mestrado em Direito do Trabalho e Relações Internacionais do Trabalho. Trabalho sozinho: o caso não é repassado, e quem lê o seu holerite na primeira conversa é quem acompanha a perícia depois.
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Edson F. F. Ronconi · OAB/SC 32.136
Lages é cidade de madeira, papel e celulose e MDF. Boa parte de quem me procura passa o turno em serraria, linha de produção ou caldeira, convive com ruído e calor todo dia e nunca ouviu falar em laudo. A conversa começa pela sua função e pelo seu setor, não pelo nome técnico do agente.
Quatro cenários que aparecem com frequência em quem trabalha exposto na indústria da região.
Tirar uma dúvida no WhatsAppVocê trabalha na serraria, na produção ou na caldeira, sente o ruído e o calor no corpo, e o holerite nunca trouxe um centavo de adicional.
O adicional era pago e sumiu depois que a empresa passou a entregar protetor ou máscara. Entregar equipamento não é a mesma coisa que neutralizar a exposição.
O colega do setor ao lado recebe e você não. Sem laudo, quem decide o que é exposição e o que não é acaba sendo a própria empresa.
Eletricidade, inflamáveis, explosivos ou segurança pessoal entram em periculosidade, que tem regra própria e percentual próprio, diferente da insalubridade.
Três etapas, sem prazo prometido. O que muda de um caso para o outro é a prova disponível, e isso é dito com clareza logo no começo.
Você conta o que faz no dia a dia: setor, máquina, turno, tempo de exposição e o que a empresa entrega de proteção. É essa descrição que indica se o caso é de insalubridade, de periculosidade ou de nenhum dos dois.
Carteira, holerites, ficha de entrega de EPI, PPP, ordem de serviço e laudos que a empresa já tenha. Quando o documento não existe ou não é entregue, o pedido é feito dentro do processo.
O reconhecimento do adicional passa por perícia técnica no ambiente de trabalho. Acompanho a produção dessa prova e conduzo o pedido até a decisão final.
O escritório fica na Rua Frei Gabriel, 538, sala 602, no Centro de Lages. Atendo trabalhador de indústria, de comércio e de serviços da cidade e da Serra Catarinense, e também quem trabalhou sem registro em carteira. Quem está de turno, mora longe ou não consegue sair do serviço é atendido por vídeo, com os documentos enviados pelo WhatsApp. O mesmo laudo que prova a exposição aqui costuma sustentar o pedido de aposentadoria especial por insalubridade no INSS.
Combinar um atendimentoRua Frei Gabriel, 538, sala 602
Centro, Lages/SC
CEP 88502-030
Segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h.
As dúvidas que mais chegam ao escritório sobre este tema, respondidas em linguagem comum e sem promessa de resultado.
Perguntar sobre o meu casoO percentual acompanha o grau de exposição reconhecido: 10%, 20% ou 40% sobre o salário mínimo, conforme o artigo 192 da CLT. O grau médio, de 20%, aparece em várias atividades industriais, mas quem define não é o cargo escrito no contrato e sim a exposição real ao agente, verificada em perícia.
O grau máximo é reservado às exposições mais severas previstas na NR-15, com destaque para determinados agentes químicos e biológicos. Não existe lista automática por profissão: duas pessoas com o mesmo cargo podem ter enquadramentos diferentes se o setor, o tempo de exposição e a proteção usada forem diferentes.
A CLT trata do tema nos artigos 189 a 192 e remete a caracterização às normas do órgão competente, hoje a NR-15. É lá que estão os agentes, os limites de tolerância e os três graus, mínimo, médio e máximo. O pagamento depende do reconhecimento técnico da exposição, não da vontade das partes.
A periculosidade tem regra própria, no artigo 193 da CLT, e alcança atividades com contato permanente com inflamáveis, explosivos e energia elétrica, além de segurança pessoal ou patrimonial com exposição a roubo e violência física, e de quem trabalha em motocicleta. O percentual é de 30% sobre o salário-base, não sobre o mínimo.
Não é o padrão. Quando a pessoa preenche os requisitos dos dois, a CLT prevê o direito de opção por um deles. O que se discute no caso, então, é qual dos dois se aplica e em que grau, e essa definição passa pela prova técnica.
Não encerra por si só. O que afasta o adicional é a neutralização da exposição, não a simples entrega do equipamento. Ficha assinada sem treinamento, sem troca periódica e sem fiscalização de uso é um dos pontos mais discutidos na perícia.
A prova central é a perícia técnica no ambiente de trabalho, feita por perito nomeado no processo. Ela vem acompanhada de documentos como PPP, LTCAT, ficha de EPI e ordem de serviço, e de testemunhas que conhecem a rotina do setor. Quando a empresa deixa de apresentar documento que era obrigada a manter, isso pesa na leitura da prova.
O pedido não depende de continuar no emprego. Quando o local mudou ou a empresa fechou, a perícia pode ser feita em ambiente similar ou a exposição pode ser demonstrada por outros meios. Existe prazo para ingressar com a ação, contado do fim do contrato, e por isso a data de saída é uma das primeiras coisas que eu confiro.
As situações mais comuns têm página própria, com o que a lei prevê, o que costuma ser discutido e as perguntas que mais chegam ao escritório.
Para quem trabalhou exposto a agentes nocivos e quer contar esse tempo.
Levantamento do tempo em atividade especial, análise do PPP e do laudo técnico e condução do pedido no INSS.
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Para quem se acidentou no serviço ou adoeceu por causa da função.
Encaminhamento da CAT, acompanhamento do afastamento e defesa da estabilidade no emprego após o acidente.
Saiba Mais
Para quem trabalha além da jornada e não recebe pelo tempo a mais.
Levantamento da jornada real, análise dos registros de ponto e cobrança das horas e dos reflexos não pagos.
Saiba Mais
A primeira conversa serve para entender a sua exposição e dizer, com franqueza, se o caso se sustenta e o que precisa ser provado. Atendimento presencial em Lages e online para todo o Brasil.
Falar no WhatsApp (49) 99932-5015Ronconi Ferreira Advogados · OAB/SC 32.136 · Segunda a sexta, 8h-12h e 13h30-18h